segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Esperânça!

À momentos em que não da mais, chega, para, acabou!
Não, não agora...
Não vou desistir depois de tantas lutas, tantos sonhos construidos como se fossem castelos de baralhos, pronto a serem assoprados e derrubados sem a mínima importância.
Chega; não quero apagar tudo o que me resta agora.
Meus sonhos, minhas esperânças!

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